Verdadeiras esperanças
Tomado pela dúvida e rodeado pela incerteza,
Encontro-me com o peito apertado outra vez...
Quiçá pode ser o medo de ceder
Ou ainda por perceber que já entrei nesta dança,
Que volta e meia leva a nos perder em velhos devaneios,
Que a muito tinham sido guardados como num velho álbum de retratos.
Acordei alado na esperança de poder acreditar que pode ser diferente
E nesse pensamento me encontro até agora... sigo assim inerte
Buscando a simplicidade e sinceridade dos atos mais singelos
Em direção ao ínterim da naturalidade.
Roberto Dantas
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