E como diria o grande Chico, “Pois é então fica o dito e o redito pelo não dito... Pois é, então...” por entre o viés dos sentimentos e desejos nos confrontamos com experiências que embora amargas, seja de grande significância para essa constante obra que se molda com o passar dos anos, a qual chamamos de vida. E porque não trazer à notoriedade a percepção do amargo? Se observarmos no ínterim da questão, veremos que a maestria desta obra está nos detalhes que a adornam, embora hoje belos, um dia foram lapidados e custaram a um trabalho árduo para que hoje pudéssemos nos admirar com sua beleza. Não desmereço assim o valor das virtudes que não foram dolorosas para sua conquista, só desejo prestar a devida homenagem a cada conquista.
Em verdade confesso que por inúmeras vezes tentei fugir dos devaneios que me cercam e mesmo latentes, paradoxalmente se mostram tão presentes e inquietam de forma proporcional ao meu ato de ignorá-los. Assim sinto a necessidade de sanar tal agonia, como dizia o filósofo em seu personagem Zaratustra, “Ame o que não pode ser mudado”, tal ato pode representar algo difícil ou impossível de superar, mas como o mesmo também diria “ É preciso ser Super-Homem para entender ou superar tais coisas”. Por quantas vezes nos encontramos em conflitos com a nossa própria essência devido ao fato de seguirmos sem perceber, com um “Eu” moldado pelos anseios e o desejo de sanar os erros dos que foram antes de nós, este “Eu” que não projetamos nem desejamos, no entanto o carregamos. É o pensamento que perdura pela humanidade... ”Ser ou não ser” ou ainda saber o que deveríamos buscar ser. Não um ser regido pela inércia, que segue na mente das massas populares nos seus conceitos e preceitos em consenso, e sim aquele que brota do mais profundo da fonte dos anseios e intentos.
De certo que, os temores das dores já vividas nos trazem a hesitação do por vir, no entanto são essas circunstancias que nos fazem renascer e romper os limites que nos impõem. Tenhamos em mente o pensamento “Navegar é preciso; viver não é preciso”, para assim suportar as tormentas da vida.
Roberto Dantas
Em verdade confesso que por inúmeras vezes tentei fugir dos devaneios que me cercam e mesmo latentes, paradoxalmente se mostram tão presentes e inquietam de forma proporcional ao meu ato de ignorá-los. Assim sinto a necessidade de sanar tal agonia, como dizia o filósofo em seu personagem Zaratustra, “Ame o que não pode ser mudado”, tal ato pode representar algo difícil ou impossível de superar, mas como o mesmo também diria “ É preciso ser Super-Homem para entender ou superar tais coisas”. Por quantas vezes nos encontramos em conflitos com a nossa própria essência devido ao fato de seguirmos sem perceber, com um “Eu” moldado pelos anseios e o desejo de sanar os erros dos que foram antes de nós, este “Eu” que não projetamos nem desejamos, no entanto o carregamos. É o pensamento que perdura pela humanidade... ”Ser ou não ser” ou ainda saber o que deveríamos buscar ser. Não um ser regido pela inércia, que segue na mente das massas populares nos seus conceitos e preceitos em consenso, e sim aquele que brota do mais profundo da fonte dos anseios e intentos.
De certo que, os temores das dores já vividas nos trazem a hesitação do por vir, no entanto são essas circunstancias que nos fazem renascer e romper os limites que nos impõem. Tenhamos em mente o pensamento “Navegar é preciso; viver não é preciso”, para assim suportar as tormentas da vida.
Roberto Dantas
2 comentários:
Ok, Roberto!
“Ame o que não pode ser mudado”, tal ato pode representar algo difícil ou impossível de superar, mas como o mesmo também diria “ É preciso ser Super-Homem para entender ou superar tais coisas”.
Magnífico isto!
Até mais!
É muito difícil amar o que não se pode mudar. Quase tudo.
Ah, acho que não nos apresentamos (na verdade não ligo muito para estas coisas de apresentações). Prefiro aprender os nomes das pessoas ao meu redor... deveras, Roberto!
...meu nome é Ilane, prazer. Suponho que tenha me conhecido através do blog de Antônio, não é?
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